Paróquias


Paróquia São José - Treze de Maio

Treze de Maio / SC

Endereço: Rua Ivo Silveira, 99

Site: www.paroquiasaojosetm.com.br

 

Padroeiro: São José

Fundação: 25/03/1966

 

A PARÓQUIA

 

Para atender as necessidades espirituais da Paróquia de Pedras Grandes e de Morro da Fumaça, e tomando em consideração as justas aspirações do povo de Treze de Maio, sede do município, em ter sua cidade elevada a categoria de sede paroquial, havendo por bem de criar uma nova paróquia desmembrada das paróquias de Pedras Grandes e de Morro da Fumaça, elevando a atual capela dedicada a São José à dignidade de Igreja Paroquial com todos os direitos e deveres decorrentes.

 

Hoje comecei os trabalhos nesta paróquia. Quem escreve é o Pe. Silvestre Philippi. Conta-se que na década de 1920 a 1930 o povo deste lugar ansiava já pela criação de sua paróquia. Dirigiram-se alguns homens ao Arcebispo Dom Joaquim Domingues de Oliveira ( de Florianópolis), e tiveram uma resposta: “Façam a casa paroquial que mandarei o padre”. E o povo fez a casa, mas o padre não veio. Alias veio sim, quase por um acaso, 38 anos depois, em maio de 1965. Fui eu mesmo que vim. Mas não como vigário. Fiquei aqui até novembro do mesmo ano. Por ocasião de uma festa, a de 15 de agosto de 1965, andei de casa em casa, visitando os moradores da futura possível paróquia. Notei em todos uma grande alegria e uma viva esperança, de que agora se criaria a paróquia. Falou-se em construção de uma nova igreja na sede de Treze de Maio, que já era município, tinha uma casa com três religiosas, mas não era paróquia.

 

Com este espírito iniciou-se a arrecadação de material. Com a festa de 15 de agosto conseguiu-se arrecadar dinheiro o suficiente para a aquisição de tijolos, telhas e pedras para o fundamento.
Em dezembro deste mesmo ano, por ordem do Sr. Bispo de Tubarão, Dom Anselmo, fui enviado a paróquia de Morro da Fumaça. Treze de Maio, que vinha com tanto entusiasmo, sofreu mais uma decepção: nem paróquia nem igreja nova.

 

Contudo, isso durou pouco, quase por acaso aparece por aqui o ex vigário de Meleiro Pe. José Corsini. Estava à procura de um lugar aonde residir. Agradou-se do povo e pediu para ficar aqui. Dom Anselmo então não teve duvida em criar a paróquia São José de Treze de Maio.

 

O Pe. José Corsini iniciou seus trabalhos, enfrentando a quaresma de 1966. O povo acorria em massa. Afinal, Treze de Maio era paróquia. Estava, porém, reservado novo boque nova interrupção na vida espiritual deste lugar. Houve algum desentendimento entre o pároco e a comissão de paróquia. Foram ao Sr. Bispo. Este mandou o Mons. Bernardo Peters falar com o vigário. Mas o Pe. Jose Corsini não recebeu bem o Vigário Geral, e o vigário foi para São Paulo e o povo ficou sem pastor. Pe. José Corsini saiu em Maio. Até a Páscoa do ano seguinte, 1967, portanto durante quase um ano, a novel paróquia sentiu a falta de um pastor. Raramente conseguiram algum padre para vir rezar alguma missa.

 

Depois da Páscoa de 1967, veio para assumir a paróquia ao então Coordenador de Pastoral na Diocese: Pe. Boleslau Smielenski. Era sem dúvida, um grande presente para Treze de Maio. O novo vigário tratou de organizar a paróquia, dar vida as Capelas, fazer o povo sentir que era um todo em redor e dentro da sede.

 

No ano seguinte, 1968, começou a construir a nova Matriz. Sentia dificuldades: o povo ainda não estava bem unido. Mas, tudo corria bem. A vida da paróquia parecia que ia tomar um ritmo regular.
Mas ainda desta vez, houve mais uma interrupção. Não tão violenta, mas, suficiente para abalar profundamente a alma deste povo. Com a saída do vigário de Pedras Grandes, Pe. Boleslau foi nomeado pároco daquela paróquia. Era então responsável pelas duas paróquias. A de Pedras Grandes, porém, bem mais antiga, mereceu especial atenção dele. E o povo de Treze de Maio, sensibilíssimo, percebeu que fora posto novamente em segundo plano. Para uma ferida não cicatrizada isso é muito doloroso. Este estado de crises durou uns 10 meses. Foi nestas circunstancias que assumi e encargo de vigário da Paróquia, no dia 01 de fevereiro de 1970.

 

Retirado do livro do livro tombo nº 1 folha nº 5.

 

LIMITES

 

Partindo da ponte que faz divisas com o Município de Treze de Maio e Tubarão, na estrada de Treze de Maio – Tubarão via Sertão dos Corrêas, deste ponto rumo ao Oeste, o limite segue pela divisa do município de Pedras Grandes com Treze de Maio, até encontrar a residência do Sr. Luiz Della Vedova, deste ponto no mesmo rumo segue até encontrar a Estrada Geral Treze de Maio – Azambuja, na residência do Sr. Américo Bardini. Deste ponto seguindo o referido rumo continuo até encontrar a estrada de Azambuja – São João, nas alturas da residência do Sr. Olívio Zanelato. Deste ponto segundo até a residência dos Srs. Luiz Bortolo Perdoná e Vitório Pravato, ponto final do limite com a paróquia de Pedras Grandes.

 

Partindo deste ponto, o limite com a paróquia de Urussanga, prossegue rumo ao Sul, até a residência do Sr. Valentim Frattoni, ponto final com o limite com a paróquia de Urussanga.

 

Deste ponto, limitando com a paróquia de Morro da Fumaça, ao sul até encontrar a estrada Geral Treze de Maio – Urussanga na residência do Sr. Augusto Dario Rodrigues. Deste ponto rumando ao leste até a estrada Treze de Maio – Vargedo, na residência do Sr. Agenor Nandi, seguindo pela mesma até encontrar a estrada geral que sobe a Nossa Senhora Auxiliadora, até o encruzo da mesma, com a estrada da Areinha, seguindo por ela, até a propriedade do Sr. Manoel Aires de Souza, ponto final do limite da paróquia de  Morro da Fumaça. Deste ponto limitando com a paróquia de Jaguaruna, descendo no mesmo rumo pela estrada que vai a Sangão, até encontrar a divisa do município de Treze de Maio com Jaguaruna, seguindo pela mesma estrada até encontrar a estrada que vem do Sangão, no alto do morro do Areão. Descendo pela estrada do Areão, até a ponte sobre o Rio do mesmo, em propriedade de Antonio Julio Serafim, descendo pelo mesmo rio até sua foz, no Rio Perdoná. Descendo pelo referido Rio Caipora, até a propriedade de Joaquim Fausto de Medeiros, ponto final do limite com a Paróquia de Jaguaruna. Deste ponto, limitando com a Paróquia de Jaguaruna.

 

Deste ponto, limitando com a paróquia São José de Oficinas – Tubarão. Partindo daí, rumo ao norte até encontrar a estrada que liga o referido local a escola de Linha Mesquita, descendo pela mesma, até chegar a antiga escola municipal, daí segundo pela estrada da margem esquerda, até encontrar a divisa de Treze de Maio e Tubarão. Deste ponto rumando ao Oeste até encontrar a escola municipal de Linha Mesquita Alta. Daí seguindo ao Oeste, até a ponte que faz divisa com Treze de Maio e Tubarão, na estrada de mesmo nome, via Sertão dos Corrêas. Por sua vez os limites agora se fazem com a paróquia de Morro da Fumaça e Cocal do Sul. Sendo este extremante  com o Territorio de Morro da Fumaça.

 

Com a criação da Diocese de Criciúma a paroquia de Treze de Maio anexa as demais a comunidades a comunidade de Rio Vargedo.

 

Paróco: Padre Nilo Schlickmann

Vigário Paroquial:
Padre Antônio O. Salvador

Residente:
Padre Nivaldo Ceron

Contato:

Fone: (48) 3625.0190

E-mail: secretariaparoquiasaojosetm@gmail.com



Copyright © 2010. Diocese de Tubarão. Todos os direitos reservados.